Cyber-Cultura e Etc.

Aventuras e desventuras de um web designer

Quanto tempo… — 04 / julho / 2011

Quanto tempo…

imagem de um homem recebendo inspiração
Quando a pessoa inspira, ela absorve, entende, observa, para depois expirar, criar, mostrar, desenvolver.

Muito tempo sem postar algo significativo neste blog. Algo que tenha realmente o propósito inicial deste blog. Por pouco, até me esqueci deste propósito.

Mas algo dentro de mim diz para que eu não desista da idéia, de manter um relato de minhas aventuras e desventuras, coisas que ocorrem em uma carreira que muitas vezes foi medida pelo tempo, não pelas realizações. Agora, depois de passar por muito mais desventuras do que qualquer outra coisa, vejo o verdadeiro propósito. Sempre coloquei aqui coisas pessoais misturadas com meu lado profissional, meu “eu” ambientalista mostrou suas caras aqui algumas vezes, meu lado piadista também, compartilhando coisas que eu achei engraçadas, com meus leitores. Não vejo mal nisso, tampouco pretendo parar de fazê-lo. Mas eis que aqui estou, novamente, escrevendo sobre minha vida pessoal. Alguns diriam que é para isso que um blog serve.

Sou obrigado a discordar, pois nunca foi o principal motivo para postar. No fundo, tinha esperança de trazer iluminação tecnológica para os menos desprovidos desse tipo de conhecimento. Não posso dizer que falhei, depois de receber um retorno tão gratificante nos artigos que publiquei, mas também não posso me dizer bem sucedido, sendo que parei de fazer isso há algum tempo.

Nunca é tarde para refazer os planos e recomeçar um projeto, por isso estou aqui. Para aqueles poucos que recebem um feed dessas mensagens diretamente em seu e-mail ou em seu feed reader, posso apenas dizer que estou de volta. Para aqueles que chegaram agora, ou apenas entram aqui esporadicamente, de pára-quedas (google) ou foram indicados por alguém, esperem pelo meu melhor.

A partir de hoje, voltamos às raizes, vou trazer a vocês artigos sobre desenvolvimento web, como lidar com a internet e o mundo virtual, observações e estudos sobre o comportamento cultural online, também conhecido como Cybercultura. Esses são meus objetivos, isso é o que eu sou, um viciado em computadores, um amante do mundo virtual, alguém que pode lhe ajudar a tirar uma dúvida ou lhe apresentar novos pontos de vista sobre as tecnologias que nos cercam.

Esse blog já passou por muitos momentos, desde divulgação do trabalho que eu fazia em empresas, como a MSI Tecnologia, tecSOFT, Verus Mídia, entre outras, até uma extensão de colunas que eu costumava escrever para outros sites. Já serviu como canal de desabafo, tutorial da vida virtual e divagações de um Web Designer. Todos esses momentos foram memoráveis e importantes, me trouxeram muitas visitas, comentários, até mesmo amigos. Por esses e outros motivos que não mudarei este aspecto de minhas publicações.

Mesmo assim, minha tendência é pensar em um recomeço, uma nova forma de fazer as coisas.

Fazem 11 anos que estou oficialmente nessa vida, trabalhando com sites, vivendo da internet, me comunicando com as pessoas através de uma tela, utilizando meus dedos, mais até do que pessoalmente. É o preço a se pagar por trabalhar nesse ramo? Acredito que não. Por muito tempo imaginei que fosse normal ter essa substituição de contato, mas hoje posso enxergar como a vida real é muito mais importante para um profissional da área. Há muito tempo atrás, havia lido em algum lugar, sobre a inspiração, que não somos capazes de ser totalmente criativos sem parar pra respirar, sentir a grama sob os pés, o vento no rosto, o barulho dos carros e pássaros, as cores do prédios e outdoors, o cheiro da chuva no asfalto e da comida caseira. São fatores necessários, que se acumulam em nossa memória e, no momento da criação, parecem vir a tona, mesmo que desfarçadamente nas entrelinhas da imaginação.

Portanto, meu caro leitor, nunca se esqueça do aspecto fundamental da criatividade: inspiração! Se chama assim por um bom motivo. Quando a pessoa inspira, ela absorve, entende, observa, para depois expirar, criar, mostrar, desenvolver.
A vida de um Web Designer não é nem um pouco diferente da vida de qualquer outro profissional, mas nosso trabalho é. Por anos me deparei com diversas situações onde a minha inspiração não tinha qualquer importância, somente meu conhecimento, então aprendi a ignorar este aspecto e simplesmente fazer meu trabalho. Isso pode “matar” a criatividade de alguém.

Se você tem esse problema em seu trabalho, se o seu chefe ou seu cliente está mais interessado no que você sabe e não no que você sente, resista, argumente, não se entregue nunca. Vivemos em mundo repleto de trabalhadores, poucos são verdadeiros criadores.

Muitas vezes comparei meu dever ao de um médico. Você não diz para um médico como quer ser tratado, que remédio deveria ser receitado, que tipo de exame deve ser realizado. Você apresenta um problema e ele resolve. No máximo, você questiona o que ele está fazendo, porque nem sempre confia totalmente no procedimento.

O designer, seja o web designer, designer de interiores, de produto ou qualquer outra variante, tem como dever resolver um problema do cliente. Isso é o significado crú de design. Mas os clientes não estão acostumados a nos apresentar um problema, eles costumam nos apresentar uma solução que nós devemos cumprir. Isso porque eles confundem também o lado pessoal com o profissional. Como um cliente que me procurou para fazer um site de vendas de artigos infantis e insistiu que eu criasse um site com o visual voltado para as crianças, quando na verdade deveria ser voltado para os pais das crianças, que são os compradores, os clientes, aqueles que vão de fato utilizar o site. Qual é o propósito de infantiziliar um site que será utilizado por adultos?

Para colocar as coisas nos seus devidos lugares, você deve se arriscar, deve contrariar. É difícil fazer isso quando sabe que uma outra pessoa fará exatamente o que eles pedirem, sem nem ao menos discutir, mas é algo que você deve fazer, faz parte da ética de um designer. Resolver os problemas do cliente é algo que está acima da vontade pessoal, sua e do próprio cliente.

Em todos esses 11 anos de profissão, aprendi que não vale a pena ceder. Para aprender isso, tive que ceder muitas vezes e por isso posso dizer que é uma vitória vazia, ganhar dinheiro para fazer um trabalho que não cumpre seu propósito. Ter uma centena de sites feitos, mas que você prefere nem ao menos divulgar em seu portfolio, não vale a pena.

Da próxima vez que for abordado por um cliente, não pergunte o que ele quer, pergunte o que ele pretende, descubra o que ele precisa realmente. Alguém que procura por um site para “divulgar seu produto com facilidade” não deveria se ater a detalhes como uma animação super pesada e colorida que ocupa metade da tela na página inicial, mas sim em quantos produtos aparecem na página inicial e ainda deixar o visitante confortável e seguro para navegar.

Um cliente que precisa melhorar a navegação dentro do site não precisa de um menu super complicado em diferentes cores, precisa reduzir a estrutura do site, criar métodos alternativos de navegação que facilitem o trabalho do usuário.

Se a necessidade é de mais visitas no site, mudar a cor de fundo não fará tanta diferença, quanto uma boa estratégia visando as redes sociais e a divulgação tática de informações através dessas redes, dando ao usuário uma opção a mais de interação com a empresa do cliente, ao invés de simplesmente colocar um banner em um site qualquer com muitos acessos.
Acima de tudo, seus clientes precisam entender que você é o médico e sabe como diagnosticar e tratar o paciente, pois estudou pra isso, vive disso e entende do que está falando.

Por isso, amigo leitor, acima de tudo, deves entender do que estás falando. Nunca tenha medo de admitir que não sabe de algo ou que não quer fazer algo. Isso te salvará de muitos problemas futuros. Não negue seu cliente na primeira oportunidade, faça de tudo para que ele entenda o papel do desenvolvedor e o papel do cliente.

Justifique suas escolhas. Se nosso papel é sermos doutores da web, não podemos prescrever receitas sem explicar o porquê. Se acha que o site do cliente deve ter um fundo azul e um logo novo, tenha um bom motivo para isso, senão nem faça. Tudo no design tem uma razão de ser, ou então, não é design.

São algumas dicas óbvias, para aqueles que já estão há algum tempo nessa vida, ou que estão cursando a faculdade, mas elas parecem menos óbvias com o decorrer dos anos, quando nos deixamos levar pelo trabalho e esquecemos da profissão. Para os novatos, estudem e nunca parem de evoluir, nunca se deixem dobrar pelos conceitos de quem nunca tocou em um HTML e acha que mexer no Photoshop se resume a um trabalho fácil de editar fotinhos.

Espero que isso ajude aqueles que como eu, por algum momento, esqueceram o porquê de começarem algo, seja uma profissão, seja um blog.

Jeremias Muito Louco — 21 / maio / 2007

Jeremias Muito Louco

Jeremias Muito LoucoQuase todo mundo já conhece o vídeo do “Jeremias Muito Louco“, que flagra a prisão de um cara muito bêbado, entrevistado por um repórter no mínimo sacana.

Mas pouca gente sabe que a saga continua e já existem mais dois “episódios”: “Jeremias Muito Louco 2: O Retorno” e “Jeremias Muito Louco 3.0 – Preso pela 3ª vez!“, além do clássico “Melô do Jeremias Muito Louco (O Bêbado)“.

A popularidade do sujeito é tanta, que além de ter sido piada durante alguns meses, o cara ganhou a própria música, comunidades no orkut (e provavelmente até perfis falsos) e agora a suprema homenagem: sua própria camiseta.

A idéia foi do designer Rodrigo Rezende, que colabora com a Camiseteria.com.

Confira aqui a camiseta feita para Jeremias Muito Louco.

Edit 26/07/08
Infelizmente a camiseta não está mais no site… o que será que aconteceu? só o que sei é que, se existe, a ferramenta de pesquisa deles está muito bem escondida no site… também não achei na seção de esgotadas. Que pena, era uma bela camiseta.
— Edit 26/07/08 —

Nota: eu já fiz compras no Camiseteria.com e realmente vale a pena. O preço pode ser meio salgado para alguns, mas a entrega é rápida, o site é super fácil de usar e a qualidade do tecido e da estampa compensam o preço (até excedem as expectativas). Sinceramente, um dos poucos serviços de compra on-line que eu gosto de usar. Parabéns para o pessoal da Camiseteria que sempre realizou um bom trabalho e para os designers que, como o Rodrigo, estão sempre criando novas formas de se expressar no mundo real, utilizando camisetas que têm a cara do mundo virtual.

Nota²: Onde está a camiseta da Ruth Lemos?

Bom Design? — 17 / abril / 2007

Bom Design?

Hoje de manhã me deparei com um excelente artigo do Todd Dominey, do blog “What Do I Know?“.

Ele levanta uma questão muito importante: o bom design é o que agrada aos olhos? Ou é o que funciona bem de acordo com seus objetivos?

Já falei sobre isso no artigo “Design Funcional” lá na MSI, mas este último me fez pensar ainda mais sobre o assunto. O Rochester também toca no assunto de leve em seu artigo “Não me faça pensar” o que, por ironia me fez pensar mais um pouco ainda sobre tudo isso.

Quais são os atuais problemas dos web designers? Aparentemente, é convencer seus clientes de que as escolhas deles são as escolhas certas e que será o melhor para sua marca e sua empresa. Mas por que é difícil convencê-los disso?

Generalizando: Os clientes e os designers vivem em dois mundos separados. Simples assim. No mundo dos clientes, a coisa é bem direta: “eu quero assim e você vai fazer assim”, enquanto no mundo dos designers a coisa complica…. “sabemos que você quer assim e eu posso fazer assim, mas é melhor de outro jeito…”

Mas para tornar tudo mais claro, vamos nos colocar no papel de ambos… você que é cliente, tente ver o mundo por nossos olhos uma vez e talvez entenda um pouco melhor. Você designer, veja o mundo pelos olhos do cliente e entenderá que o lado dele não é errado também.

Mundo do Cliente

Você entra em uma loja de calçados. Um tênis colorido e bonito lhe chama a atenção. Você pensa consigo mesmo “agora sim, vou impressionar as meninas e ainda fazer uma moral com meus amigos”. O vendedor da loja, logicamente, lhe venderá o tênis, mas não sem antes lhe dar a dica de comprar um outro tênis que talvez seja melhor para correr, saltar, etc etc etc

Mas você quer aquele, porque gostou, simples assim. Não importa se outro lhe dará maior desempenho nas pistas, já que você gostou daquele e quer mostrar aquele para seus amigos e para as meninas do escritório.

Mundo do Web Designer (caso ele fosse vendedor de tênis)

Um cara entra numa loja e pede um modelo de tênis. Ele até é um tênis bonito, mas você é especializado em calçados… estudou anos a fio, fazendo experiências e até fez faculdade de fisioterapia. Você sabe que aquele tênis não será bom para ele. Você sabe que com a forma do pé dele, o tênis logo vai estragar.. você sabe que pela cor do tênis, ele vai sujar mais rápido… você sabe que ele terá problemas de coluna a longo prazo com aquele tênis… mas ele o quer muito….

E agora? O vendedor desonesto, venderia o tênis e sairia feliz com sua comissão. Mas como você é honesto, vai falar para o cliente das vantagens dos outros tênis, vai mostrar pra ele porque aquele tênis fará mal e vai tentar convencê-lo a levar outro, porque quer o melhor para seu cliente.

Se depois de tudo isso, ele ainda quiser comprar o tênis, mande-o embora. Porque você não quer ser referenciado ou culpado por ter sido “o cara que vendeu o tênis que estragou a coluna de fulano”, não é?

Existem dois tipos de cliente… um que entende o que você está falando e outro que não quer entender, que quer do jeito dele e pronto. Como profissional você tem que ter a cara e a coragem de dizer “não quero o trabalho” nesse tipo de caso… se você aceitar, vai ganhar algum dinheiro mas e aí, você será um profissional honesto? No seu portifólio vai ter o site desse cara? E se aparecer outro desse? Pensem nisso….

Se o cliente não entende porque o site deve ser mais simples, ou porque você usa webstandards, ou porque você não quer fazê-lo em ASP…. então realmente não vale a pena tê-lo como cliente.

As pessoas ainda possuem um bloqueio com o fato de negar trabalho. Mas o maior passo de um profissional é poder dizer para o cliente “não vou fazer”. Se você fizer isso, estará num patamar muito maior de qualidade profissional, pois só fará trabalhos do seu jeito, que serão realmente bons.

Toda essa dificuldade de o cliente absorver as decisões de design não é de hoje. Se ela existe, é culpa dos nossos antecessores, que em suas carreiras promoveram verdadeiros absurdos que hoje em dia são simplesmente obsoletas. Mas na época o cara usou o mesmo discurso que o nosso. O que passa na cabeça do cliente é: “Tá bom, eu sei que é a tecnologia de ponta, mas esse que você tá xingando também já foi tecnologia de ponta”.

Para Designers:

Então como convencê-lo de que o melhor nem sempre é o impacto visual maior?

Faça perguntas… pergunte sobre os objetivos do site, pergunte sobre os objetivos da empresa, sobre os objetivos pessoais, sobre os objetivos dos clientes dele.
Isso vai pelo menos ressaltar na memória de curto-prazo, o que o site realmente deve fazer. Depois basta falar como cada uma de suas ações vai fazer com que ele alcance todos esses objetivos (claro que não basta falar, tem que fazer também).
Conquiste a confiança dele. Mostre para ele que você entende o que faz e que pode ajudá-lo. Um engenheiro aceita opiniões de seus clientes… mas ele que vai saber dizer onde são os melhores lugares para colunas, tomadas e etc. Ele vai saber que botar uma cachoeira na sala-de-estar não é viável e pode afetar a casa de diversas maneiras. Faça com que ele tenha essa visão de você.

Para Clientes

Confie em seu designer. Se você não confia nele para tomar as decisões por você, procure outro.
Ele tem que saber tomar essas decisões, tem que ser sempre honesto com você, tem que sempre ter uma alternativa na manga para uma sugestão sua que seja inviável.
Normalmente um webdesigner sabe o que fazer, mas exija resultados. Se ele tirou o flash de seu site porque ajudaria o site a subir no ranking do google, exija dele esse resultado. Assim você terá certeza de que ele sabe o que está fazendo e que realmente há resultado em suas ações.

É simples, a gente que complica.

Tenha sua própria caricatura — 08 / março / 2007

Tenha sua própria caricatura

Meu grande amigo Manohead (vulgo Fabrício) lançou uma promoção e tanto. O cara que foi simplesmente o criador do site MSN Battle (batalhas de caricaturas online), junto ao Rick Fire vai dar uma caricatura para um dos usuários que cumprir o seguinte:

1º – Deves entrar nas seguintes comunidade orkutianas participantes(Tem que entrar nas 4):
Ah! Tri Né! + Ilustre Vida + Manohead +Tarja Preta

2º – Comente nos 4 tópicos (Use o Ctrl+c, Ctrl+v) da Promoção nas 4 comunidades, deixando o(s) link(s) para uma(s) foto(s) que esteja(m) em seu álbum… use de humor na mesma, fotos engraçadas é o que queremos, fotos de longe e ou desfocadas nem são boas referências para desenhar!!
Depois disto já estarás participando da promoção, estanto apto a ganhar via “sorteio aleatório” uma super caricatura na faixa, autoria dos artistas Rick Fire e ou Fabrício ManoHead !!

Tá esperando o que?! Participe já!! Conte para seus amigos!!!

Eu só não vou participar porque eu não tenho uma foto adequada…uahahuahuha mas eu prometo que vou tirar uma em breve, viu Fabrício :p

Aliás, nessa história de promoção acabei conhecendo alguns sites muito legais… pra quem curte design, desenhos, tirinhas, humor e coisarada em geral:

Ilustre Vida
Tarja Preta
Ah! Tri Né!

vai a dica 😉

Feira(s) de Vaidade — 23 / fevereiro / 2007

Feira(s) de Vaidade

O que fazer em Nova York nesse fim de semana?

O mundo da arte toma Manhattan nesse fim de semana, com a abertura de sete grandes feiras.

Somente os masoquistas pretensiosos ou aqueles que querem gastar bastante grana (os dois grupos podem convergir) podem querer visitar todas elas, mas você pode visitar pelo menos duas delas em quadras próximas. “The Pulse Show” é como o primo rico da Armory: tem trabalhos expostos em 61 galerias espalhadas por 15 países, incluindo a China e a”Red Dot fair”, uma nova adição à cena, preencheu espaços de banheiros a escadarias; também oferece painéis como “Arte Contemporânea: Moeda ou Cultura?”.

Se você tiver vontade de ver arte, ambos possuem transporte para as outras feiras. Se você está com muita vontade mesmo de ver arte, vá para Pocantico Hills, N.Y., para visitar o Estádio Rockefeller, ao invés disso.

Afinal de contas, subverter uma amenidade institucional para seu próprio prazer? Isso é arte cara…

pena que não estou em Nova York…

fonte: UrbanEye