Cyber-Cultura e Etc.

Aventuras e desventuras de um web designer

Dicas para fazer orçamentos. — 05 / julho / 2011

Dicas para fazer orçamentos.

Mão escrevendo orçamento
uma simplificação do método de abordagem ao cliente é sempre bem vinda.

Hoje pela manhã recebi a atualização mensal do site A List Apart e, como sempre, eles trazem mais um artigo muito útil para a vida do profissional da web. Para quem trabalha como freelancer nessa área, seja como designer ou programador, as dicas dadas no artigo “A Modest Proposal” são, mais do que úteis, essenciais. Principalmente se você tem pouca experiência no ramo. Mesmo para os mais experientes, uma simplificação do método de abordagem ao cliente para orçar projetos e apresentar propostas é sempre bem vinda.

Mas as dicas não valem só para os freelancers, muitas vezes os responsáveis por apresentar propostas não são aqueles que irão realizá-las, principalmente em empresas com uma estrutura de venda separada do núcleo de desenvolvimento. Já passei por muitas situações onde a falta de informações entre essas duas equipes causou constrangimento e confusão perante o cliente. Por isso, é importante que você tenha em mente os aspectos colocados nesse artigo, seja você um vendedor ou um desenvolvedor, para que trabalhem juntos na melhor maneira de apresentar as propostas e realizar as promessas vendidas.

O autor, Nathan Peretic, aborda vários tópicos importantes nesse processo, desde o cálculo dos custos de produção, até os métodos de avaliação dos desejos do cliente, traduzindo isso para um orçamento simples e conciso, que reflita as vontades do cliente e as capacidades de sua equipe de produção. Além disso, ele também apresenta diversos links importantes e interessantes. Recomendo a leitura.

Clique aqui e leia o artigo “A Modest Proposal” no site A List Apart.

Quanto tempo… — 04 / julho / 2011

Quanto tempo…

imagem de um homem recebendo inspiração
Quando a pessoa inspira, ela absorve, entende, observa, para depois expirar, criar, mostrar, desenvolver.

Muito tempo sem postar algo significativo neste blog. Algo que tenha realmente o propósito inicial deste blog. Por pouco, até me esqueci deste propósito.

Mas algo dentro de mim diz para que eu não desista da idéia, de manter um relato de minhas aventuras e desventuras, coisas que ocorrem em uma carreira que muitas vezes foi medida pelo tempo, não pelas realizações. Agora, depois de passar por muito mais desventuras do que qualquer outra coisa, vejo o verdadeiro propósito. Sempre coloquei aqui coisas pessoais misturadas com meu lado profissional, meu “eu” ambientalista mostrou suas caras aqui algumas vezes, meu lado piadista também, compartilhando coisas que eu achei engraçadas, com meus leitores. Não vejo mal nisso, tampouco pretendo parar de fazê-lo. Mas eis que aqui estou, novamente, escrevendo sobre minha vida pessoal. Alguns diriam que é para isso que um blog serve.

Sou obrigado a discordar, pois nunca foi o principal motivo para postar. No fundo, tinha esperança de trazer iluminação tecnológica para os menos desprovidos desse tipo de conhecimento. Não posso dizer que falhei, depois de receber um retorno tão gratificante nos artigos que publiquei, mas também não posso me dizer bem sucedido, sendo que parei de fazer isso há algum tempo.

Nunca é tarde para refazer os planos e recomeçar um projeto, por isso estou aqui. Para aqueles poucos que recebem um feed dessas mensagens diretamente em seu e-mail ou em seu feed reader, posso apenas dizer que estou de volta. Para aqueles que chegaram agora, ou apenas entram aqui esporadicamente, de pára-quedas (google) ou foram indicados por alguém, esperem pelo meu melhor.

A partir de hoje, voltamos às raizes, vou trazer a vocês artigos sobre desenvolvimento web, como lidar com a internet e o mundo virtual, observações e estudos sobre o comportamento cultural online, também conhecido como Cybercultura. Esses são meus objetivos, isso é o que eu sou, um viciado em computadores, um amante do mundo virtual, alguém que pode lhe ajudar a tirar uma dúvida ou lhe apresentar novos pontos de vista sobre as tecnologias que nos cercam.

Esse blog já passou por muitos momentos, desde divulgação do trabalho que eu fazia em empresas, como a MSI Tecnologia, tecSOFT, Verus Mídia, entre outras, até uma extensão de colunas que eu costumava escrever para outros sites. Já serviu como canal de desabafo, tutorial da vida virtual e divagações de um Web Designer. Todos esses momentos foram memoráveis e importantes, me trouxeram muitas visitas, comentários, até mesmo amigos. Por esses e outros motivos que não mudarei este aspecto de minhas publicações.

Mesmo assim, minha tendência é pensar em um recomeço, uma nova forma de fazer as coisas.

Fazem 11 anos que estou oficialmente nessa vida, trabalhando com sites, vivendo da internet, me comunicando com as pessoas através de uma tela, utilizando meus dedos, mais até do que pessoalmente. É o preço a se pagar por trabalhar nesse ramo? Acredito que não. Por muito tempo imaginei que fosse normal ter essa substituição de contato, mas hoje posso enxergar como a vida real é muito mais importante para um profissional da área. Há muito tempo atrás, havia lido em algum lugar, sobre a inspiração, que não somos capazes de ser totalmente criativos sem parar pra respirar, sentir a grama sob os pés, o vento no rosto, o barulho dos carros e pássaros, as cores do prédios e outdoors, o cheiro da chuva no asfalto e da comida caseira. São fatores necessários, que se acumulam em nossa memória e, no momento da criação, parecem vir a tona, mesmo que desfarçadamente nas entrelinhas da imaginação.

Portanto, meu caro leitor, nunca se esqueça do aspecto fundamental da criatividade: inspiração! Se chama assim por um bom motivo. Quando a pessoa inspira, ela absorve, entende, observa, para depois expirar, criar, mostrar, desenvolver.
A vida de um Web Designer não é nem um pouco diferente da vida de qualquer outro profissional, mas nosso trabalho é. Por anos me deparei com diversas situações onde a minha inspiração não tinha qualquer importância, somente meu conhecimento, então aprendi a ignorar este aspecto e simplesmente fazer meu trabalho. Isso pode “matar” a criatividade de alguém.

Se você tem esse problema em seu trabalho, se o seu chefe ou seu cliente está mais interessado no que você sabe e não no que você sente, resista, argumente, não se entregue nunca. Vivemos em mundo repleto de trabalhadores, poucos são verdadeiros criadores.

Muitas vezes comparei meu dever ao de um médico. Você não diz para um médico como quer ser tratado, que remédio deveria ser receitado, que tipo de exame deve ser realizado. Você apresenta um problema e ele resolve. No máximo, você questiona o que ele está fazendo, porque nem sempre confia totalmente no procedimento.

O designer, seja o web designer, designer de interiores, de produto ou qualquer outra variante, tem como dever resolver um problema do cliente. Isso é o significado crú de design. Mas os clientes não estão acostumados a nos apresentar um problema, eles costumam nos apresentar uma solução que nós devemos cumprir. Isso porque eles confundem também o lado pessoal com o profissional. Como um cliente que me procurou para fazer um site de vendas de artigos infantis e insistiu que eu criasse um site com o visual voltado para as crianças, quando na verdade deveria ser voltado para os pais das crianças, que são os compradores, os clientes, aqueles que vão de fato utilizar o site. Qual é o propósito de infantiziliar um site que será utilizado por adultos?

Para colocar as coisas nos seus devidos lugares, você deve se arriscar, deve contrariar. É difícil fazer isso quando sabe que uma outra pessoa fará exatamente o que eles pedirem, sem nem ao menos discutir, mas é algo que você deve fazer, faz parte da ética de um designer. Resolver os problemas do cliente é algo que está acima da vontade pessoal, sua e do próprio cliente.

Em todos esses 11 anos de profissão, aprendi que não vale a pena ceder. Para aprender isso, tive que ceder muitas vezes e por isso posso dizer que é uma vitória vazia, ganhar dinheiro para fazer um trabalho que não cumpre seu propósito. Ter uma centena de sites feitos, mas que você prefere nem ao menos divulgar em seu portfolio, não vale a pena.

Da próxima vez que for abordado por um cliente, não pergunte o que ele quer, pergunte o que ele pretende, descubra o que ele precisa realmente. Alguém que procura por um site para “divulgar seu produto com facilidade” não deveria se ater a detalhes como uma animação super pesada e colorida que ocupa metade da tela na página inicial, mas sim em quantos produtos aparecem na página inicial e ainda deixar o visitante confortável e seguro para navegar.

Um cliente que precisa melhorar a navegação dentro do site não precisa de um menu super complicado em diferentes cores, precisa reduzir a estrutura do site, criar métodos alternativos de navegação que facilitem o trabalho do usuário.

Se a necessidade é de mais visitas no site, mudar a cor de fundo não fará tanta diferença, quanto uma boa estratégia visando as redes sociais e a divulgação tática de informações através dessas redes, dando ao usuário uma opção a mais de interação com a empresa do cliente, ao invés de simplesmente colocar um banner em um site qualquer com muitos acessos.
Acima de tudo, seus clientes precisam entender que você é o médico e sabe como diagnosticar e tratar o paciente, pois estudou pra isso, vive disso e entende do que está falando.

Por isso, amigo leitor, acima de tudo, deves entender do que estás falando. Nunca tenha medo de admitir que não sabe de algo ou que não quer fazer algo. Isso te salvará de muitos problemas futuros. Não negue seu cliente na primeira oportunidade, faça de tudo para que ele entenda o papel do desenvolvedor e o papel do cliente.

Justifique suas escolhas. Se nosso papel é sermos doutores da web, não podemos prescrever receitas sem explicar o porquê. Se acha que o site do cliente deve ter um fundo azul e um logo novo, tenha um bom motivo para isso, senão nem faça. Tudo no design tem uma razão de ser, ou então, não é design.

São algumas dicas óbvias, para aqueles que já estão há algum tempo nessa vida, ou que estão cursando a faculdade, mas elas parecem menos óbvias com o decorrer dos anos, quando nos deixamos levar pelo trabalho e esquecemos da profissão. Para os novatos, estudem e nunca parem de evoluir, nunca se deixem dobrar pelos conceitos de quem nunca tocou em um HTML e acha que mexer no Photoshop se resume a um trabalho fácil de editar fotinhos.

Espero que isso ajude aqueles que como eu, por algum momento, esqueceram o porquê de começarem algo, seja uma profissão, seja um blog.

Como ter um blog no WordPress by tecSOFT — 17 / junho / 2010

Como ter um blog no WordPress by tecSOFT

Os blogs sempre foram o meio mais fácil e prático de expor suas idéias online, sejam artigos, fotos, músicas, matérias, críticas, poesias, tudo tem seu lugar em um blog, onde é tão fácil divulgar um texto quanto escrevê-lo no seu Word.

Hoje, iremos mostrar para você como é fácil criar um blog utilizando a ferramenta mais completa da internet (que também é gratuita). É só clicar no link abaixo:

Como ter um blog no WordPress – tecSOFT.
(é um artigo escrito por mim, Douglas d’Aquino, disponível no site da tecSOFT)

Social Marketing, a nova tendência da web – tecSOFT — 08 / junho / 2010

Social Marketing, a nova tendência da web – tecSOFT

A internet é, desde sua criação, uma ferramenta de socialização. Foi criada justamente para facilitar a comunicação entre dois pontos, independente de sua localização no globo. Claro que não é o único meio de comunicação a quebrar essas barreiras. Nesse aspecto, o computador apenas seguiu os passos do telefone. Porém, é realmente uma forma de comunicação muito mais abrangente, já que podemos exibir facilmente vídeos, imagens e textos numa velocidade impressionante. Agora a internet chega mais perto daquilo que haviam previsto para ela e mais pessoas começam a utilizá-la na sua rotina diária. Prova disso são os milhões de perfis espalhados em diversas redes sociais, como Orkut, Facebook, Twitter, Live, sem contar as plataformas de blog como Blogger e WordPress, que dão ao cidadão comum o poder de expressar, publicar e criticar. O mundo nunca mais será o mesmo com essas ferramentas a nossa disposição, por que então o comércio seria?

Cada dia mais empresas estão avançando nas redes sociais como forma de divulgar seus serviços. Algumas falham miseravelmente nessa missão, utilizando táticas erradas que acabam por enfurecer os consumidores mais do que agradá-los. Outras simplesmente não fazem diferença nenhuma entre seu marketing padrão (televisivo, impresso, radiofônico) e seu marketing social, gastando rios de dinheiro em campanhas mal sucedidas na web sem trazer quase nenhum retorno. Essas empresas acabam “traumatizadas” pela internet, evitando utilizá-la como ferramenta de divulgação depois de um fiasco online. Consertar a imagem não é tão fácil quanto criar uma imagem, mas ainda é possível, desde que os responsáveis saibam o que estão fazendo. A opinião pública muda o tempo todo e se uma empresa souber lidar com isso na plataforma mais dinâmica de todas, a web, então o sucesso estará a seu alcance.

Leia o artigo completo em:

Social Marketing, a nova tendência da web – tecSOFT.

A Velocidade de Seu Site Influencia nos Resultados de Pesquisa — 26 / abril / 2010

A Velocidade de Seu Site Influencia nos Resultados de Pesquisa

Ufa, título longo, mas por um bom motivo. Não tinha como explicar em menos palavras sem ser um pouco confuso (e sem imitar o artigo que fiz para a tecSOFTVelocidade Importa).

Bem, este título explica muito sobre o que vou falar aqui hoje, mas além de lhe explicar porque a velocidade de seu web site de repente se tornou fator chave para ele ser achado, vou também dar umas dicas de como melhorar a velocidade de seu site. 😉

Começando pelo princípio, como eu disse nesse outro artigo da tecSOFT, a Google adicionou um novo sinal em seu algoritmo de pesquisa, fazendo com que sites que são carregados mais rápidos tornem-se mais relevantes para as pesquisas.

Você deve pensar que talvez isso não faça muita diferença, mas pense bem, pois antigamente pensavam o mesmo sobre fazer um site acessível, mas quando se tornou uma grande vantagem competitiva ter um site em webstandards que os robôs da Google pudessem ler corretamente, muita gente começou a fazer e se deu bem. Quem ficou para trás, com seu site em tabelas e visual atrasado, além de acessibilidade zero ficou isolado nas últimas páginas de pesquisa, perdendo um bom público.

Essa mudança no código nos traz a possibilidade de fazer algumas mudanças que vão nos beneficiar como donos de site (teremos mais visitas) e irão beneficiar nossos visitantes (carregarão as páginas mais rapidamente). Aqueles que não souberem disso e não mudarem os seus sites, pelo menos para melhorar um pouquinho a performance, podem acabar morrendo na praia.

Imagine o cenário: você é dono de uma padaria no centro da cidade, o seu site pode até não ser tão relevante para você, que o fez há três anos atrás e não mexeu mais. Mas as pessoas procuram no Google por endereços e telefones dos estabelecimentos e acham você, querendo saber onde fica através do Google Maps, querem comparar preços ou até comprar o seu pãozinho online (quem me dera as padarias se tocassem do potencial que tem). Enfim, deu pra entender né? Então, e agora você tem aquele site em tabela, carregadasso de imagens pra tudo quanto é lado, animação em flash, fonte importada, assim por diante… Já o cara da padaria da outra esquina, fez um site bem clean em web standards, com o html limpinho, o css bem feito, ambos com tamanhos irrisórios. Antes não fazia muita diferença isso, ia importar mais o conteúdo do que realmente o desempenho do site.

A partir de agora, o site de maior desempenho será mais relevante para a Google e, portanto, para os usuários também. Claro que não será o fator principal que define quem aparece primeiro, mas numa época em que todos têm acesso a técnicas de SEO, os web designers estão antenados e a maioria (pelo menos os bons) sabem fazer isso de letra, escolher aquele web designer que faz um site mais leve, ou que saiba comprimir os arquivos corretamente, que escreva o css mais enxuto ou o html mais semântico, será uma grande vantagem competitiva a médio prazo.

Bom, mas chega de falar sobre o problema, nós aqui na tecSOFT gostamos de dar a solução (que é mais fácil né)

Maneiras de Melhorar a Performance (Velocidade) de Seu Site

1- Page Speed – um addon para Firefox/Firebug que avalia a velocidade das páginas e dá algumas sugestões de como melhorar a performance de seu site;

2 – YSlow – Ferramenta gratuita do Yahoo! que faz sugestões de como melhorar a velocidade de seu site;

3- Google Webmaster Tools – Na opção “Labs > Site Performance” você encontra dicas úteis, um medidor das velocidades médias de seu site de acordo com as médias estatísticas dos usuários de seu site ao redor do mundo.

4- Google Blog – este é um post sobre performance de site utilizando o Webmaster Tools, recomendo dar uma olhada também.

5- Google Code (Speed) – Aqui você encontrará muitos recursos, programas, addons, plugins para lhe ajudar a medir e melhorar a velocidade de seu site.

Não seja passado para trás, ao contratar serviços de SEO e Web Design pergunte para seu contratado que tipo de ferramenta ele usa para melhorar a performance de seu site e mantenha-se sempre informado sobre esse tipo de detalhe aqui no Cybercultura e ETC ou no site da tecSOFT 😉

Uma boa semana a todos

tecSOFT – Artigos – O Que Significa Webstandards — 05 / abril / 2010

tecSOFT – Artigos – O Que Significa Webstandards

Como web designer, tive que passar por muitas experiências e acompanhar a evolução da internet nos últimos 10 anos. Nesse meio tempo, percebi diversas alterações no modo de comportamento dos usuários e dos web designers também. Chega a ser engraçado lembrar dos padrões adotados pelos sites antigamente. As pessoas utilizavam serviços de construção de site como o antigo Kit.net, ou softwares “automatizados” que ajudavam leigos a construir seus próprios sites, como o Microsoft FrontPage. Algo que era bastante comum naquela época eram os “contadores de visita”, presentes em praticamente todo site que quisesse mostrar ao mundo como ele era bem visto.

Mas o que mudou então?

Hoje em dia é considerado “brega” colocar um contador de visitas visível em seu site, mesmo porque foi uma informação que nunca interessou muito as pessoas. Faz mais diferença se muita gente visita seu site ou se seu site é bem feito? Sem contar que os contadores nunca foram informações muito confiáveis, já que é possível definir um número inicial para ser exibido (ou seja, seu site pode exibir 19.786 visitas no primeiro dia, se você quiser) e também um contador não diferencia quem visita seu site, ou porquê.

tecSOFT – Artigos – O Que Significa Webstandards.

Layout Novo do Orkut — 24 / agosto / 2007

Layout Novo do Orkut

Novo visual do OrkutDeveria ter desconfiado daquele logo diferente que apareceu uns dias atrás… Hoje ao entrar no Orkut levei um choque com o visual… mudou tudo!

Além de um visual mais clean, oferecendo agora um conforto para nossos olhos, as informações parecem mais organizadas e finalmente tiraram aquele efeito estranho de fade nas fotos. Eu sempre matutei: “por que diabos eles não mudam esse visual?”… era algo que esperávamos desde que o Google assumiu o Orkut.

Demorou, mas chegou e acho que pra ficar um bom tempo. Além dos cantos arredondados, fundos brancos, um código mais limpo, tudo tem um espírito de web 2.0 muito mais agradável. Dá até a impressão de estar mais fácil de usar.. as opções estão claras nos menus e pode-se dizer que a nova diagramação condiz com os conceitos mais recentes de usabilidade e acessibilidade.

Ainda há o “beta” abaixo do logo, o que indica que mudanças acontecerão o tempo todo, como na maioria dos aplicativos do Google.

Agora só falta arrumar o Google Docs & Spreadsheets, que sinceramente não agradou nem um pouco.

Vencedores do Webby Awards — 09 / maio / 2007

Vencedores do Webby Awards

Ontem foi finalizado o julgamento do Webby Awards 2007 e hoje recebi os resultados por e-mail. O concurso foi feito com votos dos internautas do mundo inteiro que respondiam à pesquisa no site do concurso.

Os vencedores são divididos entre os escolhidos pela Webby e os escolhidos pela audiência. Além de ver os vencedores, você pode ver também quem eram os concorrentes e conhecer alguns dos melhores e mais visitados sites do mundo.

Confira a lista completa (em HTML)

Além dos sites, a Webby também escolheu os melhores Anúncios Interativos, melhores Filmes & Vídeos Online, e os Melhores Sites para Dispositivos Móveis (Mobile)